mafaldasuggia

Era uma vez uma menina que era o que pensava, e ela pensava ser tanta coisa…

Fotografando…

 

A fotografia da capa de um professor pode ser tão parecida com elementos da arquitetura ou da arte…

 

 

Chicago na Disney

Acho interessante a versão do Cell Block Tango com as princesas da Disney.

Muitas horas perdidas a ver cada filme e a perceber onde poderia encaixar a música e a voz.

E muito bem conseguido no final!

A melhor banda do mundo!

Apaixonei-me perdida e loucamente…

No bolso de Bach está a Adele

Prelúdio I, J. S. Bach

 

Tanto nos foi dado…
Vivemos disso e não somos capazes de criar.

No entanto, embora não totalmente desprovida de valor, a música de Adele é repetidamente feita de acordes básicos, uma música que vive em palcos de plástico e de luzes histéricas.

Bach nunca precisou de tal coisa para se fazer ouvir.

Bach ouve-se num qualquer palco de madeira. Na escuridão da noite ou na mais leve luz do dia.

Curem-me a obsessão!

Que cabelos tão bonitos…

 

Esculturas literárias

Mike Stilkey é um artista (pintor e escultor) que criou uma nova forma de esculpir arte. Associando o momento tactil que é esculpir ao momento intrspectivo que é ler, o artista utiliza literalmente montanhas de livros como se de uma tela se tratassem, obtendo resultados que nos remetem para um mundo de cor, beleza, simplicidade, o contacto dos mais sensíveis com o mundo dos sonhos, pensamentos, poesia, música.

Quase todas as suas obras apresentam o violoncelo ou contrabaixo como instrumentos principais representados, assim como o gato, símbolo da sabedoria e retiro pessoal.

Aqui vos deixo, caros leitores, as obras que mais me fascinaram:

 

Aqui fica um vídeo que mostra o desenrolar do trabalho de Mike Stilkey:

Bosques Silenciosos

Esta é uma das peças que estou de momento a trabalhar. Em alemão, “Waldesruhe”, em inglês “Silent Woods”, ou “Bosques Silenciosos”. Escrita por Dvorak em 1883 para piano a quatro mãos. Só em Dezembro de 1891 esta peça foi adaptada para violoncelo pelo próprio compositor. Tal como o título indica, a música composta é programática (baseia-se em ideias extra-musicais para se exprimir) e pretende descrever a Floresta Boémia, na República Checa, que inspirou o compositor alemão. Consigo sentir o frio, o gelo, o medo de ficar perdido, o reencontro, a solidão, o canto dos pássaros, um ameno sol que logo se volta a esconder, uma caminhada, etc quando ouço esta peça.

Sobre a interpretação de Jacqueline Mary du Pré:

Floresta Boémia

“Deathofrats”

Estes são alguns trabalhos de Deathofrats…

Recuperando a arte da manga, mas com um toque ilustrativo e um carácter artístico muito bem conseguido!

DEUS!

Que transtorno!

Não sentes?

Este de não sentir nada

quando há tanto para sentir

e ainda mais para não sentir.

Que transtorno!

Tocarem-te e não quereres sentir,

chorarem-te e não quereres sentir,

chamarem-te e ignorares sentir.

Que infelicidade essa

de te darem poderes

para não poderes sentir!

Eu sou um pudim

Eu sou um pudim.

Vivo e como como um pudim de mel envolvido em açúcar de uma qualquer confeitaria barata.

Sou um pudim que não sabe ser mais nada senão um gordo pão-de-ló, mas que no entanto não passa de um pudim.